Amplie suas
possibilidades
de negócios na
FIMMA BRASIL 2019
A base florestal é o primeiro elo da cadeia
produtiva de madeira e móveis. Portanto,
a FIMMA Brasil fomenta o segmento
florestal com uma ação exclusiva a ser
agregada aos projetos da feira.

26 A 29

MARÇO 2019

Bento Gonçalves . RS
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Mais informações:

José D. Mendes (ZEZINHO)
Representante Comercial da FIMMA Brasil

Tel.: +55 54 2102.2450
Cel.: +55 12 99109.1564

Entre em contato:

SEGMENTO FLORESTAL GANHARÁ ÁREA EXCLUSIVA NA FIMMA BRASIL 2019

A base florestal é o primeiro elo da cadeia produtiva de madeira e móveis e, ciente de sua relevância, a FIMMA Brasil 2019 potencializará esse segmento com uma ação a ser agregada durante a feira, que ocorrerá de 26 a 29 de março de 2019, em Bento Gonçalves.

Uma área será para a exposição do segmento florestal, compreendendo desde:

  • insumos
  • matérias-primas para viveiros
  • plantio de mudas
  • colheita florestal
  • biomassa
  • transportes florestais
  • beneficiamento da madeira
  • produção de celulose
  • produção de chapas
  • painéis derivados da madeira
  • produção de embalagens

Além do espaço de exposição, os participantes terão a oportunidade de conferir palestras com temas específicos para o setor durante o Workshop FIMMA.

O objetivo é aproximar fabricantes e fornecedores do segmento com as indústrias de máquinas e de móveis.

Sabemos da importância do segmento florestal, por isso a intenção é desenvolver ações que venham ao encontro dos interesses de ambos os setores.

Henrique Tecchio Presidente da
FIMMA Brasil 2019
Henrique Tecchio

Dados de 2017 do Sistema Nacional de Informações Florestais mostram que o Brasil é um país florestal com cerca de 58% do seu território coberto por florestas naturais e plantadas, o que representa a segunda maior área de florestas do mundo, atrás apenas da Rússia. São estimados 485,8 milhões de hectares de florestas nativas (FRA 2015) e 10 milhões de hectares de florestas plantadas (IBGE, 2017).

PAVILHÃO B - RUAS 21 E 22

CONHEÇA OS PALESTRANTES

Daniel Chies
Daniel Chies
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Doádi Brena
Doádi Brena
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Heloise Coutinho
Heloise Coutinho
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José Afonso
José Afonso
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José Afonso
Marcelo Joaquim
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Mauren Lazzaretti
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Graduado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (2003).
Mestrado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (2005) em Tecnologia e utilização de produtos Florestais.
Com experiência e atuação principalmente nas seguintes áreas: Gestão Florestal, Manejo Florestal, Qualidade da Madeira e Madeira Serrada.
Desde 2007 trabalha para o grupo MADEM, onde é responsável pela gestão dos ativos florestais, produção de madeira em toras e abastecimento industrial.
Junto a AGEFLOR tem atuado e auxiliado em assuntos relacionados com a cadeia produtiva do Pinus.

Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Santa Maria (1974), mestrado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (1979) e doutorado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (1995). Professor Senior da Universidade Federal de Santa Maria, tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Inventário e Manejo Florestal, atuando principalmente nos seguintes temas: inventários regionais e manejo florestal, planejamento e produção florestal, regeneração natural e plano de ordenamento florestal. Consultor da FAO e do Serviço Florestal Brasileiro para o Inventário Florestal Nacional, e da Usina Termelétrica Cambará S.A. para a elaboração do Plano de Suprimento de Biomassa Florestal.

Trajetória de carreira em empresa brasileira de engenharia, líder na região sul em projetos de engenharia rodoviária e meio ambiente, como coordenadora de projetos de engenharia e meio ambiente e Coordenadora da Qualidade e Representante da Diretoria na certificação ISO 9001.
Consultora para diagnosticar a situação-problema e propor alternativas de solução ao cliente e por processos e implementar e manter a certificação de produtos, tanto para INMETRO como para FSC (Certificação de Cadeia de Custódia - Papel e Madeira), em empresa de importação e exportação, líder nos segmentos de importação e exportação no estado do Rio Grande do Sul.
Consultora nas áreas de engenharia civil, meio ambiente, qualidade e segurança do trabalho para empresas de engenharia, de serviços, indústrias.
Auditora de Sistema de Gestão da Qualidade ISO 9001, Produtos, Reclamação de Cliente, num dos primeiros organismos de certificação brasileiro - Instituto Falcão Bauer, acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação do INMETRO.

Nasceu na cidade de Bela Vista-MS, fronteira com o Paraguai, em 1951. Graduado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos-SP, 1976. Em 1980 iniciou carreira docente no Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT. Em 1984 faz especialização em Planejamento Urbano na Dortmund Universität, Alemanha Federal. Foi presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB/MT, no período 1989/1990. Em 1993 a ajudou a fundar a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Cuiabá SMADES, e foi seu primeiro secretário. Participou em 1995 da criação do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFMT. Cursou mestrado no Departamento de História da UFMT e apresentou dissertação sobre a casa Bororo no ano 2000. Em 2006 defendeu a tese de doutorado Tecnoíndia, aprovada na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAUUSP. Em 2007 participou como Arquiteto Brasileiro Convidado da 7a Bienal Internacional de Arquitetura, em São Paulo. Em 2009 recebeu o título de Cidadão Cuiabano. Em 2010 publicou o livro Tecnologia indígena em Mato Grosso: habitação, contemplado em 2011 na 25ª edição do Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, em São Paulo (em 2018 na sua segunda edição e com a primeira edição na língua inglesa). Recebeu em 2014 o titulo de Arquiteto do Ano da Federação Nacional dos Arquitetos FNA. Em 2018 teve o projeto do Centro Sebrae de Sustentabilidade CSS, premiado pelo Breeam Awards 2018, da Building Research Establishment BRE, a mais antiga e conceituada certificadora em sustentabilidade da Europa.

16 anos de experiência em Vendas e Pós-Vendas contemplando:
Elaboração e execução do Planejamento Estratégico, Tático e Operacional desde a análise do potencial do mercado / região ao dimensionamento das equipes comerciais, técnicas e apoio;
Desenvolvimento e sólida gestão dos KPI’s de serviços(produtividade, eficiência, fluxo de produção, garantias, vendas, satisfação do cliente, etc.);
Desenvolvimento de rede de distribuidores desde avaliação de potencial do mercado em relação à capacidade de atendimento ao dimensionamento dos estoques de peças e equipes comerciais e técnica de serviços;
Desenvolvimento de fornecedores contemplando negociações, homologações, nacionalizações, etc;
Sólidas habilidades em Gestão de Estoques de peças de reposição (fill rate, giro, obsolescência, inventários cíclicos e gerais, dimensionamento de equipe, Pontos de Pedidos, Lotes Econômicos de Compras, etc.);
Habilidade para uso de ferramentas da Administração para elaboração de Planos de Ação e análises mercadológicas (SWOT,5W1H, Matriz de GUT, PDCA, etc.);
Liderança em Projetos;
Forte visão estratégica contemplando os pilares de Satisfação do Cliente e Resultado Operacional;
Sólida experiência na elaboração de Budget (recursos materiais e humanos, sales forecast, etc.);

A advogada Mauren Lazzaretti assumiu a Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso em janeiro de 2019 e também preside os conselhos estaduais de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da Pesca. A experiência na área ambiental e na gestão pública inclui passagens pela própria Sema, atuando como secretária adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos entre 2010 e 2012 e 2016 e 2017.

A gestora possui especialização em Direito Tributário, Perícia e Auditoria Ambiental e Processo Civil. Na carreira jurídica, ela também foi vice-presidente da Comissão do Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil entre 2013 e 2016 e presidiu a mesma comissão no biênio 2016/2018.

EMPRESAS CONFIRMADAS

O FIMMA Florestal está em expansão. Faça como as empresas já confirmadas, reserve seu espaço, participe e amplie seus mercados.

PRODUTOS DE BASE FLORESTAL

O Brasil é referência mundial no cultivo de árvores para fins industriais, destinadas à produção de celulose, papel bobinado, construção civil, móveis em madeira, móveis em MDF, autoclave, e biomassa.

Segundo a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a indústria de árvores plantadas tem investido em tecnologia para transformar subprodutos e resíduos desses processos em produtos inovadores, renováveis

e essenciais para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono. Muitos desses produtos ainda estão em fase de pesquisa ou desenvolvimento ou sendo produzidos em escala incipiente.

Com investimentos em tecnologia para transformar subprodutos e resíduos desses processos em produtos inovadores, renováveis e essenciais para o desenvolvimento de uma economia de baixo carbono.

O VALOR DAS FLORESTAS EM UM CENÁRIO FUTURO

1 hectare equivale a um campo de futebol e, no Brasil produz aproximadamente 36 m3/ano de madeira

Em um cenário de incentivos ao uso da bioenergia e das energias renováveis, o consumo mundial de madeira proveniente de florestas naturais e plantadas pode chegar a 8 bilhões de m3/ano em 2050...

... para atender a essa demanda, além do manejo sustentável de florestas naturais e seminaturais, serão necessários 250 milhões de hectares adicionais. Aproximadamente a soma do território dos seguintes países: Alemanha, Finlândia, Noruega, Espanha, França e Itália.

As florestas, naturais e plantadas, ocupam menos de 30% da superfície terrestre e desempenham papel fundamental no fornecimento de diversos produtos, gerando um mercado da ordem de US$ 372 bilhões no mundo e mais de 60 milhões de empregos diretos e indiretos. Além disso, proveem produtos não madeireiros e importantes serviços ambientais, como a regulação dos ciclos hidrológicos, o controle da erosão e da qualidade dos solos, a conservação da biodiversidade, a provisão de 40% do oxigênio do planeta e a armazenagem de 66% de todo o carbono terrestre, fundamental para reduzir os efeitos das mudanças climáticas no mundo.

As florestas plantadas têm participação considerável no fornecimento de madeira para a indústria. Apesar de ocupar menos de 7% da área florestal total do planeta, fornecem cerca de 50% dessa matéria-prima para fins industriais.

Projeções indicam que, se o padrão de crescimento populacional se mantiver, a população mundial deve atingir 9,1 bilhões de pessoas até 2050. Tal crescimento, somado às mudanças de poder aquisitivo, impulsionará a demanda de commodities, e o uso de energia total da biomassa pode duplicar ou até mesmo triplicar até 2050, a depender de políticas

e mecanismos de incentivo a uma economia de baixo carbono e ao uso de energias renováveis.

Para atender a essa demanda - em um cenário de baixo carbono, energias renováveis e desmatamento líquido zero - estudos indicam que serão necessários 250 milhões de hectares adicionais de florestas plantadas no mundo. Isso porque, além dos usos convencionais, os investimentos em tecnologia e inovação abrirão as portas para um mercado mais amplo, que incorporará outros segmentos na cadeia produtiva florestal, incluindo as indústrias automobilística, farmacêutica, química, cosmética, aeronáutica, têxtil e alimentícia, entre outras.

A indústria brasileira de árvores plantadas investe fortemente em inovação com o objetivo de incrementar sua competitividade neste cenário de aumento de demanda. Além da inovação em produtos e processos, o setor florestal brasileiro é pioneiro em sustentabilidade, sendo capaz de intensificar a sua produção e manter-se comprometido com os mais altos padrões de gestão social e ambiental, e pioneiro também na diversificação da produção, criando o conceito das biorrefinarias, em que subprodutos dos usos convencionais também são utilizados e atingem novos mercados.

CADEIA PRODUTIVA DA MADEIRA

Entenda a cadeia produtiva da madeira, através das imagens abaixo: